segunda-feira, 20 de maio de 2013

Ser simples.


Li algumas declarações do presidente do Uruguai, Mujica, segundo alguns, o “presidente mais pobre do mundo” (título que ele rejeita).

“Eu não sou pobre. Pobre são aqueles que precisam de muito para viver, esses são os verdadeiros pobres, eu tenho o suficiente”, e, em outro trecho, “Sou austero, sóbrio, carrego poucas coisas comigo, porque para viver não preciso muito mais do que tenho. Luto pela liberdade e liberdade é ter tempo para fazer o que se gosta”. (leia a íntegra aqui)

A simplicidade é a verdadeira riqueza, uma espécie de “utopia contemporânea ocidental”: funciona e satisfaz, é esteticamente elegante e tem a capacidade de libertar pessoas de problemas e agonias cotidianas. Dizem que é extremamente difícil de ser alcançada, mas que quem a consegue tem alta probabilidade de ser feliz.

Ser simples não é apenas viver com pouco, é viver bem e com pouco. E isso é algo que vai além das questões materiais, é uma condição comportamental,  uma mudança de pensamento, uma transgressão social, e que pode ter, sim, um custo pessoal.






Andreia quer ser “rica”, mas sabe que ainda tem uma longa jornada rumo a essa tal de "satisfação pessoal". 

Um comentário:

Tania disse...

Andreia,

Gostei do texto.
Também procuro viver bem e com pouco. É difícil, mas acredito que tenho conseguido. Mas acho que é porque sou pão-dura... rs...

Beijos,

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