quinta-feira, 30 de abril de 2015

Linha do Tempo



1:30h da madrugada e eu deveria estar dormindo, já que em 5 horas devo me “acordar”, mas estou escrevendo. 
Nesta noite resolvi fuçar um HD externo. Buscava uma foto que lembro de ter tirado para um trabalho de faculdade... Mas encontrei as imagens das Andreias da última década (ou um pouco mais do que isso)  e descobri que:



  • sou adepta ao “selfie” muito antes de ser adepta às redes sociais;
  • caretas são minha “marca registrada”, querendo ou não;
  • as espinhas não ficaram na adolescência;
  • além do selfie, sou adepta do "look do dia" de uma forma mais intensa do que imaginava (é duro reconhecer)... e há mais tempo (atualmente eu deleto as fotos, então, daqui há dez anos, considerarei isso um passado distante – auto-engano, este também me acompanha!);
  • há 6 anos minha aparência era mais velha do que a de hoje (isso não é enganação, é constatação mesmo);
  • o efeito sanfona é meu fiel companheiro, e eu nunca deveria me desfazer de uma calça jeans em bom estado;
  • mudo o cabelo quando algo me incomoda: corto (significativamente) e o escureço (não fico bem de cabelo mais escuro);

  • gosto de tirar fotos de lugares, mas nem sempre lembro de tirar fotos das pessoas que estão comigo nos lugares legais;
  • uma boa câmara não garante uma boa foto, e os filtros dos diversos aplicativos diminuíram meu “olhar fotográfico”;
  • preciso criar o hábito de renomear as fotos com legendas apropriadas, minha memória visual não é tão boa assim;
  • a ansiedade me deixa “embarangada” (alerta vermelho para o presente!!!);
  • minha vida é melhor com gatinhos.



    Além destas descobertas "exteriores", garanto que as "interiores" também são interessantes.



    Andreia se fotografa frequentemente, escreve raramente e recomenda este exercício do olhar retroativo da fase adulta, que não deixa de ser uma forma de descoberta (ou reafirmação) pessoal.

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