terça-feira, 19 de junho de 2012

Amor

Há duas semanas estou embolando esse texto, mais ou menos como bolacha Maria em boca de velha.
Pois o teor é muito importante, e merece ser escrito com todo o tempo e cuidado. Mas quando na vida a gente tem oportunidade de parar todo o tempo necessário e fazer as coisas do jeito que merecem? Optei por escrever de forma simples, que até combina com meu jeito de viver! Lá vai:
Minha filha e eu nunca estivemos separadas por muito tempo; houve duas ocasiões em que passamos um mês distantes, com data certa para o reencontro, e foi sofrido mesmo assim. Mas isso mudou no ano passado, quando recebi uma proposta de emprego e mudei de Estado. Por várias razões, ela ficou com meus pais.
O trabalho é ótimo, o lugar é legal, as pessoas são ótimas. Mas ela não está aqui pra compartilhar nada disso.
Nos falamos todos os dias, e sempre há o que dizer. Tentamos muito continuar uma na vida da outra. E tive medo que perdêssemos um pouco da sintonia. Quatro longos meses depois, ela veio me visitar; e de novo após 4 meses. E não mudou nada! O amor é algo assim. Não é volúvel. Não é dependente das coisas externas. Não sofre com o tempo e distância. Não enfraquece.  Não precisa de explicação. É amor.


Agora ela também vai se mudar, vai morar em Florianópolis, estudar na federal. Eu não pdoeria estar mais orgulhosa! Se bem que me orgulho dela sempre. Tenho orgulho do ser humano que ela é, e agradeço todos os dias por poder fazer parte da vida dela.
E se isso não é amor, eu não sei o que é.
Saudades? Sinto saudades o tempo todo, mas aprendi com uma amiga (amada!) que sentir saudades é uma oportunidade de lembrar como amamos e como somos amadas. Lindo! Sentir saudades é bom!
Eu sei que sempre vou sentir saudades dela quando estivermos distantes; e sei que nossa sintonia nunca mudará. E sei que ela me ensinou o que é amor!

De forma simples, Renata tenta explicar o que é amor! E espera que todos vocês tenham a oportunidade de sentir isso nas suas vidas!

7 comentários:

Andréia B. Borba disse...

Ah meu Deus, Rê, chorei com o texto!
100% verdade...
Admiro mto vcs!
Bjs!
Déia

Escalado disse...

Entendo vc guria, nao tenho filha, mas sabe que como vc saí da gringolândia. sinto saudades todos os dias. Beijos

Rê disse...

Déia, tb te admiro muito! Escalado, saLLLdades, tu quer dizer, né? E pensa: saudades é BOM!
Beijos!!!!!

Das coisas que vejo e gosto. disse...

Eu sei exactamente o que é isso, pois moro longe da minha mãe e do meu irmão.
Mas é saudade boa! E a gente mata um pouquinho por telefone, quando a TIM não inventa de ficar caindo o sinal :)
Beijos,
Selma

Dri disse...

Adorei a expressão:"Bolacha maria em boca de velha" hahahahaha!

Eu também estou longe da minha filha, que tem 19 anos e esse ano foi morar com o pai para fazer faculdade lá...
Sei bem o que está sentindo.

Gostei muito do blog.

Beijinho
Dri

http://drizzy4all.blogspot.com.br/

Yasmin Moraes disse...

Eu também estou na mesma situação, nunca fiquei longe dos meus pais, mas a dois anos moro em outra cidade por conta dos estudos. Tenho certeza de sua filha deve sentir muita saudade também.

Nana disse...

Oi, te convido pra participar da blogagem coletiva "15 coisas irrelevantes sobre mim"...vem, vai ser muito legal contar com você por lá! Bj e fk c Deus.

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