quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O que Itapira faz com a gente

Eu gosto de pensar que antes de vir morar no interior eu era uma pessoa quase próxima da normalidade.

O que? Manias são coisa de gente velha? Olha só!

Eu tenho certeza de que mania é coisa de quem não tem opção de lazer e diversão.

Oi? Política do pão e circo? Volta, SUA LINDA!

Porque é sério gente. Antes de vir morar na roça eu ia pra praia. Pro parque. Assistia shows. Ia ao cinema.

E vejam vocês no que eu me tornei.

Ontem identifiquei uma coisa que tem me incomodado muito. Assim, quase como uma pulga atrás da orelha (nojento, eu sei). E adivinha? Eu tenho lutado constantemente contra a vontade de ETIQUETAR as coisas no meu craft room.

Parênteses: tem um tempo que eu não tenho mais um quarto pra dormir já que eu transformei completamente aquele lugar em algo bem mais útil para a humanidade – um craft room. Não, não divulgarei fotos. Nem adianta pedir. Nego-me.

Pelo menos não antes de etiquetar. Ai gente, Sheldon Cooper feelings, eu sei. Mas ó, iam ficar fofas minhas etiquetas. Claro, porque não é só pegar uma fita crepe e escrever “agulhas” né?

Tem que rolar toda uma coisa fofa, com cores, adesivinhos e decotape.

Jê-suis... alguém me dá um remedinho??

Milena escreve aqui às quintas. Nuns dias mais surtada do que em outros.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O Nobre e o Vagabundo

Nos últimos 10 dias, me deparei com 2 tipos bem diferentes de ser humano: aquele nobre, altruísta, construtor de um futuro melhor; e aquele outro tipinho vagabundo, egoísta e destruidor da crença em um futuro melhor.

Em Brasília, numa cidade linda, e também muito motorizada, o que dificulta um pouco o contato humano casual (há poucas calçadas, o que dificulta o caminhar). Eu, e mais 3 colegas, estávamos saindo do Memorial JK. Como gaúchos desavisados, achávamos que era só sinalizar para um táxi que o carro pararia... Engano, táxis são abundantes por lá, porém, o embarque ocorre preferencialmente nos pontos ou através de chamadas telefônicas... Estávamos, literalmente, torrando ao sol, começando a nos darmos conta de que ninguém iria parar e nos preparando, psicologicamente, para uma longa caminhada, quando um carro passa nos observando como tantos outros... Poucos minutos depois, entretanto, este mesmo carro retorna, entra por outra via e estaciona bem próximo a nós. Uma mulher, moradora da cidade, mas carioca de nascença, é a motorista. Muito solícita, numa gentileza que nos espanta, de tão incomum, nos explica a situação e nos chama um carro.

Um ato gentil, simples, desinteressado, que a fez desviar por poucos minutos de sua rota, mas que nos salvou de muitos minutos de caminhada e espera, num calor escaldante (para gaúchos). Este gentil ato desta anônima mulher nos fez fortalecer a fé no ser humano, e gerou, sim, mais gentileza, pois numa espécie de compromisso informal, combinamos que cada um ajudaria alguém de forma similar. E um mundo melhor é possível!

O outro ser, infelizmente, um tipinho mais comum, me espantou pelo contrário. Eu e este colega resolvemos ajudar a montar um mapa de determinada cidade. Existia o trabalho, um prazo mediano, e eu poderia fazer, simples assim o meu envolvimento. Enviei o arquivo por e-mail, e deixei livre para quem quisesse melhorá-lo. E não pensei mais no assunto. Descubro, então, que meu arquivo foi rejeitado, descartado mesmo. Pode acontecer, mas estranhei. Perguntei o motivo, e, este colega, parceiro até então, disse que não conseguia desenhar em cima do meu desenho, creditou isso a uma espécie de TOC (?) e disse que meu desenho estava errado (ele poderia não ter gostado, mas errado?!). Ele fez outro mapa (pela linha de tempo, antes mesmo de ver meu resultado), e, visivelmente, fazia muita questão do dele prevalecer. Então que me avisasse, e eu não perderia o meu tempo... simples também. E eu disse isso a ele, até para evitar situações similares no futuro... Nossa... esse homem se revoltou, chegou a gritar comigo, numa atitude totalmente desproporcional... Ele desrespeitou a mim, na atitude de gritar, e ao meu trabalho, ao ignorá-lo e substituí-lo sem me notificar. Fez com que eu me sentisse idiota em perder meu tempo tentando ajudar, e uma retardada, pois, por alguns minutos, tive a impressão de ser uma discussão entre crianças de 10 anos, no máximo, não entre balzaquianos de nível superior. Essa situação me fez desacreditar no coleguismo. E, sem respeito mútuo, sem ajuda ao próximo, não creio que outro mundo, um melhor, seja possível.

Depois de a minha revolta passar, relembrei a carioca de Brasília. E sorri. E decidi ignorar o outro tipo. Se é para espalhar alguma atitude, dar continuidade a alguma dessas situações, que seja a da gentileza!

Andreia escreve esporadicamente, e se surpreende com o ser humano constantemente.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Os chatos, sempre eles!

Acho que a busca de novos hobbies, vício da Milena, me contagiou. Comecei semana passada um curso de xadrez. Não sei se será um hobby, mas adorei o início do curso, que visa à formação de professores para trabalhar com xadrez na escola. Já fiquei emocionada com o curso.
E fiquei de cara com o quanto eu NÃO sei de xadrez. E fiquei espantada com tudo o que o xadrez pode desenvolver no praticante, desde ética à concentração e pensamento estratégico. Já comecei a praticar!
Mas, como o curso acontece na vida real, e não num plano paralelo, sem chatos, eis que no primeiro dia, lá estava: o chato (no caso, a chata).
E uma das piores: a que põe o pé na tua cadeira (o meu corpo e tudo o que o rodeia e toca são meus, só mexe quem eu deixar!) e balança! Sim, balança! Porque não basta a pessoa ter bicho carpinteiro, ela tem que fazer os outros perceberem.
Eu, super educada e pacienciosa, coloquei minha cadeira mais para frente. Várias vezes. Até que deixei o professor quase sem espaço para passar entre a mesa e eu. Mas ela tinha perna comprida, e lá ficava. Balançando.
Chegou o intervalo e, na volta, ela sentou mais perto e fez o impensável: colocou o pé todo na minha cadeira, do lado da minha perna, ME ENCOSTANDO! E balançando!
Absurdo! Desde quando as cadeiras alheias são locais onde se pode colocar seu pé?
Eu, o mais educadamente que a situação e a TPM deixaram, virei para trás e disse: tu te importa de tirar o pé? Está me incomodando. E dei um sorrisinho, pra ficar mais ameno.
Ela nem respondeu, e empurrou com força a cadeira dela para trás (de onde não deveria ter saído) e ficou braba!

Renata realmente está perdendo dinheiro; tem gente que ganha pra inventar histórias absurdas assim! Vai criar uma série autobiográfica, de comédia pastelão. Está aceitando sugestões de nomes.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Passamos pela vida por vezes acompanhada, noutras não,
Mas terminamos e começamos só.
Nossas agonias, nossos medos, nossos desejos,
quantas vezes os sentimos só.
E tenho me sentido assim,
sonhando sozinha,
juntando, gastando, querendo, só.
E ontem me lembrei de músicas que um dia ouvi,
que falavam da solidão,
e percebi que eram inúmeras
e percebi que não estava sozinha.
Chorei mais um pouco no cantinho do travesseiro,
e quis que o dia de hoje não existisse,
ou se existisse, que fosse em outro lugar.
Fechei os olhos pra tentar dormir,
mas a tristeza que senti se ocupou de mim
e só, eu esperei que ela passasse.
A noite passou, o dia chegou,
mas continuo me sentindo sem rumo,
indo sem saber pra onde,
sonhando sem saber com quem.
Desculpem-me, mas tenho andado triste.

Silvia escreve as segundas.

domingo, 26 de setembro de 2010

O que temos feito com nossas vidas?

Uma questão que vem me intrigando já há algum tempo (e, confesso, não tem apenas intrigado, mas incomodado também...) é sobre o que fazemos com nossas vidas...

Dia desses, sentindo saudade de uma pessoa que amo muito, escrevi um e-mail, no qual falei a essa pessoa da falta que ela faz em minha vida (obviamente eu não disse metade do que gostaria, afinal, e-mails não se prestam adequadamente a esse fim.) e a resposta que recebi despertou em mim uma sensação esquisita...

Não que a tal pessoa tenha dito muitas coisas. Ela é, no geral, bastante reservada no que diz respeito a si própria. Contudo, mais do que aquilo que estava escrito no e-mail, o que me tocou foi o que estava implícito...

Após ler o e-mail fiquei me questionando sobre os ônus e bônus das escolhas que fazemos em nossas vidas e do quanto nos apegamos a essas escolhas.

Por vezes escolhemos certos caminhos, tomamos certas decisões, fazemos certas escolhas e acabamos acreditando firmemente que precisamos levá-las adiante a qualquer custo (mesmo que sintamos estar traindo a nós próprios com isso...).

Fiquei incomodada por perceber que, infelizmente (penso que talvez, assim como a maioria esmagadora das pessoas) acabo me apegando a escolhas, decisões, caminhos, que tracei há tempos atrás e que agora já não me satisfazem da maneira como eu gostaria...

E aí me pergunto:

Porquê fazemos isso? Que poder é esse que nos impede de reconhecermos que algo já pode ter sido ótimo por algum período de tempo, mas que agora simplesmente já não desperta um brilho no olhar? Porquê é tão difícil sequer cogitar alguma mudança?
Logicamente,não há uma única resposta. Cada um precisa encontrar a sua...

De minha parte tenho refletido muito sobre o que tenho feito e sobre o que gostaria de fazer com minha vida...

Quanto a pessoa do e-mail?
Bem, espero que ela leia esse post e, se achar necessário, assim como eu, também reflita sobre o quem tem feito com sua vida...


Déia escreve aos domingos e está muito incomodada com a sensação de estar sendo atropelada pela vida...

sábado, 25 de setembro de 2010

Quem é ELA?

ELA sobe escadas, ELA come pipoca, ELA vai ao teatro, ELA pega taxi, ELA sente frio, ELA sente saudade, ELA vai ao banheiro, ELA tira fotos, ELA vai ao banco, ELA observa os carros, ELA observa, ELA come tortas de limão, ELA abre portas, ELA espera, ELA usa o orelhão, ELA compra um livro, ELA reza, ELA samba, ELA conversa com gente importante, ELA escreve, ELA encontra uma amiga distante, ELA sobe escadas. Todos que a vêem dizem: É ELA!

Não há dúvidas, É ELA! ELA recebe cumprimentos à toa e sorrisos de graça!

ELA escova os dentes, ELA faz novas amizades, ELA sabe a hora de ir para casa, ELA sabe sair, ELA brinca com os bebês, ELA bebe água, ELA às vezes dorme, ELA retoca a maquiagem, ELA coça os olhos, ELA usa bons perfumes, ELA toma água de coco, ELA atravessa na faixa, ELA anda na calçada, ELA faz análise, também! ELA atende o telefone. ELA liga. ELA é reconhecida pelas pessoas na rua a todo instante. ELA espera quando vai ter bolo, ELA espera.

ELA se confunde. ELA compra flores às sextas feiras, sempre às sextas. ELA chora. ELA fica quando chove. ELA anda chovendo muito.

Não, não, não fale comigo agora, eu agora sou ELA.

Juliana escreve esporadicamente.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Nova Zelândia, aqui vamos nós!

02 de julho, 16 de julho, 06 de agosto, 13 de agosto, 20 de agosto, 03 de setembro e 17 de setembro de 2010. O que estes dias têm em comum? Todos são sextas-feiras. Sim, todos são sextas-feiras. O fato de eu ter simplesmente dado o bolo no blog, descaradamente, sem dar nem explicação, sem nem me dignar a abanar o rabo? Sim, eu vergonhosamente sei o bolo no blog e nem dei satisfação às demais balzacas... (sorry, girls!) O fato dos bolos estarem tornando-se cada vez mais freqüentes? Sim!! Mas será que isto tem alguma coisa a ver com a proximidade das eleições? OF COURSE, meu caro Watson!!

Meninas, acompanhem comigo: Erenice Guerra, quebra de sigilo da filha do Serra, a Dilma Chuck ganhando pra presidente no primeiro turno, fantasma do Zé Dirceu assombrando, Tiririca candidato com maior intenção de votos para deputado federal por São Paulo, Netinho espancador de mulheres ao lado de Marta Suplicy outrora defensora das mulheres juntos candidatos ao Senado por São Paulo, Zezé Perrela suplente do Itamar Franco na candidatura ao Senado de Minas Gerais, o Roriz lá em Brasília saindo da cadeia direto pras eleições, imprensa não pode falar mais nada, que dirá fazer piada com político que já é, por si só, piada de mau gosto, Roseana Sarney, pra lá de oportunista, tem a cara de pau de se candidatar candidamente como “Roseana”, renegando o passado nigérrimo do clã (que eu chamaria de quadrilha) Sarney, candidato Ciro Moura se dizendo apenas Ciro querendo enganar o eleitor desavisado que só conhece o Ciro Gomes, discípulos do Enéas espalhados pela rede, o Plínio, milionário, falando em socialismo e divisão de renda na TV, de impostos sobre grandes fortunas, o Hélio Costa descendo a lenha no Centro Administrativo de Minas Gerais dizendo que o trocaria por seiscentas escolas primárias, aquele pessoal do PSTU e do PSOL eu sinceramente me abstenho de comentar, pra mim é gente que parou no tempo e que, se Marx e Engels estivessem vivos iam dar na cara deles por este mesmo motivo, a Marina Silva eu até simpatizo com ela, mas falou que é evangélico demais, eu já fico com medo.

Mas medo mesmo, eu tô é da Dilma. Porque aí ela vai querer dar uma de Hugo Chávez aqui e não vai ter rei nenhum pra mandar a maluca calar a boca!! Ela é quem vai acabar dando um jeito da imprensa se calar, pelo andar da carruagem! Sei que a sem vergonhice imperante tá me dando tanto pânico, tanta dor de barriga, tanta vergonha alheia, que eu vou votar no Serra pra tentar impedir uma vitória da Dilma no primeiro turno!! Voto com fé!! Euzinha, votando consciente e convicta no PSDB!! Votando no Itamar Franco mesmo ele tendo como suplente o bosta do Zezé Perrela porque, se eu votar no Pimentel e a Dilma for eleita, sai o Pimentel pro governo da Dilma e entra um porqueira semi alfabetizado pro Senado!! E se eu considerar que mesmo tendo tido hoje a grata notícia de que a diferença entre a Dilma e os demais candidatos diminuiu, ela tem grandes chances de ser eleita no primeiro turno, tenho que juntar as mãos pro céu, ajoelhar no milho e em tampinhas de garrafa e rezar o terço ininterruptamente pedindo a Deus pela saúde da infeliz porque se ela morre a gente herda o MICHEL TEMER na Presidência da República!! Um desgraçado que representa tudo que eu mais desprezo nesta vida! Um salafrário do PMDB sem vergonha nenhuma na cara. E enquanto isto, fica aí uma galera discutindo se o Neymar mal educado deve ou não ficar de castigo, ganhando quatrocentos mil reais por mês!!!

Puta que los parios, viu?! Sinceramente... Aqui em casa já rolou um G2. Convoquei um G4 lá em Nova Lima e acho que vai rolar um consenso. Se a Dilma ganhar, vamos pedir asilo político na Nova Zelândia!!!

Laeticia tem se abstido de escrever pra não ficar só falando de política. Mas não dá mais pra ficar calada. Nem pra continuar furando com o blog.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Montanha russa

Sabe quando a textura bem cremosa da espuma do seu café expresso te faz muito, muito feliz?

Pollyanna, me abraça?

Mas aí você vê uma lasca no seu esmalte que te faz reconsiderar todas as suas escolhas dos últimos 10 anos com lágrimas nos olhos?

Ó vida. Ó azar.

É, minha vida é muito estranha.

Ultimamente tem sido difícil sair da cama. O sono que me persegue tem toda uma coisa pré-zumbi-vou-comer-o-seu-cérebro.

Ai eu venço toda essa inércia matutina com muito esforço, vou pro trabalho e quase faço uma dança de felicidade no meio do expediente só porque o cara da movelaria me disse que eu posso ir lá fábrica dele e escolher qualquer retalho de madeira que eu quiser DE GRAÇA.

Isso diz alguma coisa sobre a minha vida?

Acho meu mundo deveras bipolar.

Oi? Como é que se sobrevive a essa montanha-russa emocional?
E olha que eu nem me considero uma pessoa emocional.

Viram? Viram?

Milena escreve aqui quase todas as quintas. Mas só quanto está no alto da montanha russa.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Barbatuques

Está acontecendo aqui na minha cidade um festival de teatro muito bom, pena não ter perna nem grana pra ver tudo... Mas semana passada eu assisti a um espetáculo impressionante!
O nome do grupo é Barbatuques (pare de ler um pouquinho e digite isso no YouTube, logo você vai estar doido pra assistir). A proposta é fazer música usando os sons e as possibilidades do corpo, com percussão corporal. “A música que pode ser vista e a dança que pode ser ouvida”.
É simplesmente incrível, a coisa mais gostosa que já vi e ouvi. Passei o tempo com um sorriso bobo no rosto, tipo criança que ganha o presente que tanto queria e não acredita que ganhou, sabe? Extraordinário o que uma orquestra de corpos pode fazer, com palmas, batidas, puxões, ar, coordenação motora e muito ritmo.
A escolha das músicas foi muito feliz, as coreografias divertidas e perfeitamente sincronizadas, como a percussão em si. E mesmo assim era algo leve, com facilidade você pode acreditar que era um improviso. Aliás, improviso eles fizeram, com muita propriedade e generosidade, com as dezenas de participantes da oficina dada por eles na véspera e que estavam na platéia. Foi muito interessante, interação total.
E o Barba, idealizador do grupo, deu uma de maestro com a platéia, indicando um som para cada parte do teatro e regendo os sons; sensação maravilhosa, de estar no espetáculo, de estar brincando.
Saí de lá encasquetada em fazer um dos vários sons que eles fazem, que consiste em bater na boca aberta e faz um barulhinho engraçado. Fiquei até depois da meia-noite treinando, até prender, tamanha motivação!

Renata sentiu-se muito feliz ao ver o espetáculo, e sentiu uma pontinha de inveja daquele povo... Mas ao menos está aprendendo a fazer novos sons!!!!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Com o tempo

Acho que desde que nascemos percebemos que com o tempo as coisas mudam, por alguns anos acreditamos que o que mudam são as coisas que estão ao nosso redor, depois achamos que são as pessoas ao nosso redor, depois decobrimos que a gente também muda, mesmo quando não queremos, e com o passar de mais alguns anos percebemos que as coisas mudam, as pessoas também e a a gente vai caminhando e se transformando, nem sempre junto nem sempre pra trás do nosso tempo.

E hoje me vejo pensando sobre assuntos que não passariam pela minha cabeça a um tempo atrás e, se passassem, iriam embora rapidamente, hoje me faço perguntas que nunca havia feito antes. Hoje eu sinto os anos pesarem um pouco mais e sinto um pouco de medo do que está por vir. E se não vir? Mas sei também que, felizmente, todos ao meu redor estão se transformando junto comigo, e, de certa forma isso me tranquiliza, mas não completamente.

Continuo no entanto com a certeza de que tenho mais dúvidas do que convicções, mesmo com o passar do tempo e me pergunto se algum dia terei realmente a certeza de alguma coisa, e não sei dizer. Mas posso dizer que o tempo têm passado, amanhã já não sei mais.

Silvia escreve às segundas.

domingo, 19 de setembro de 2010

Os "sem-noção"

O post de hoje é sobre uma coisa que me irrita demais...falta de noção!


Sei que vou parecer antipática... mas, honestamente, não me importo...


Simplesmente tenho aversão a pessoas "sem-noção"...


E, juro, elas me perseguem por todos os cantos!


Sabe aquela conhecida que, do outro lado da rua, começa a gritar seu nome e acenar feito uma maluca? Daí atravessa a rua correndo, quase é atropelada e, quando lhe alcança, descamba a contar da vida da fulana-de-tal, amiga de não-sei-quem, que blá blá blá? Bingo! É comigo encontrar uma dessas...


Ou aquela pessoa que senta ao seu lado no ônibus urbano, lembra que tem uma ligação urgente a fazer e saca o celular do bolso (quase como se fosse uma arma!) e começa praticamente a gritar, como se a pessoa do outro lado da linha fosse surda? Bingo! Encontrar dessas também é comigo...


Ou (infinitamente pior!!!!) aquela pessoa que, em uma viagem longa de ônibus ou de avião, senta ao seu lado e, mesmo percebendo que você está ocupada lendo algum livro, insiste em conversar com você (aliás, nesses casos, o/a sem noção, sempre tenta puxar papo com perguntinhas do tipo: "É bom esse livro?" ou "Sobre o que você está lendo?", ou ainda, "Nossa! Esse livro deve ser bom mesmo, né? Você está tão concentrada nele..." )? Bingo! Seguidamente encontro um infeliz desses! Odeio.


Ah! E sabe aquelas vezes em que você pensa que deu sorte pois as poltronas atrás de você no ônibus estão vazias? Que alívio, não é mesmo? Você fica super feliz, pois a viagem será longa e, como já é tarde da noite, você pretende dormir ou, pelo menos, descansar um pouco, até chegar ao seu destino... Ledo engano. Sempre tem aquelas duas senhoras que resolvem viajar juntas para fazer companhia uma a outra e que ficam o tempo todo falando mal das noras, dos genros ou de quaisquer conhecidos, praticamente o caminho todo (E falando altíssimo, claro. Afinal, o ônibus todo p-r-e-c-i-s-a escutar!) ... Já vivenciaram isso? Bingo! Eu sempre encontro dessas... E, ainda pior, é ser obrigada a ouvir, ao final dessa ladainha toda, uma delas dizer: "Não que eu esteja fazendo fofoca, sabe? Eu até gosto dela (geralmente a nora)... Só estou fazendo um comentário...". Arrrgh! Sempre acontece comigo!


E tem também o sem noção f.d.p, sabe? Aquele que, na maior cara de pau, espera as portas do elevador se fecharem para soltar gases e depois ainda comenta, com fingida inocência: "Que cheiro esquisito, né?"... Ah! Esse, se eu pudesse, dava uma surra...


Enfim, listei aqui apenas uns poucos casos de pessoas sem noção que realmente me tiram do sério e que frequentemente cruzam o meu caminho... E você? Já encontrou algum tipo desses pela frente?


Déia escreve aos domigos e adoraria que ocorresse um extermínio em massa dos "sem-noção" que ficam por aí, à espreita de uma vítima...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Doce

Doce de leite; sundae de chocolate com cobertura e fundinho de chocolate; torta de maça e limão; rocambole de Lagoa Dourada; pão de mel; tiramisu; brigadeiro; bolo bem molhado de coco; bolo bem molhado com abacaxi em calda virado de cabeça pra baixo; bombocado; cajuzinho; docinho de leite em pó; doce de abóbora sem coco e com coco; o pedaço do canto do bolo de cenoura com calda de chocolate da minha mãe; torta de ricota doce; doce de casamento com aquela uva bem grande no meio; bolo de casamento molhado com gosto de nada; bolo com recheio de doce de leite; moranguinho; só a raspinha de chocolate dos bolos de aniversário; bolo de fubá; pamonha; sorvete de creme; picolé de queijo na praia; compota de pêssegos; pão doce com canela dentro; sonho; paçoca; bis branco; canudinho; geléia de morango.


Mariana escreve esporadimente e não tem o que ama.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Mundo 3D

Numa conversa despretensiosa, dessas travadas para tornar o caminho mais curto e agradável, que tratou de cinema 3D até óculos com papel celofane, saiu a pérola da semana: “O mundo real é em 3D.”
Realmente é, se pensarmos nas clássicas dimensões: altura, largura e profundidade. Mas o mundo é diferente para cada pessoa, e assim são as dimensões.
Por exemplo, para o pessimista, o mundo é Derrota, Dúvida e Depressão.
Para o romântico, é Desejo, Dengo e Doçura...
Para os extrovertidos é Diversão, Dádiva e Desembaraço!
Para o perfeccionista é Detalhe, Decisão e Disciplina.
Para o apaixonado é Delícia, Deleite e Dois.
Para o azarado é Desastre, Dilúvio e Dor.
Para o workaholic é Desafio, Depressa e Desatino.
Para o generoso é Desapego, Doação e Dignidade.
Para o esotérico é Destino, Dança e Divino.
Para o exagerado é Drama, Dom e Díspar.
Para o indeciso é Dúvida, Dilema e Dificuldade.
Para mim, o mundo é multidimensional, e é impossível fazê-lo caber em algumas poucas palavras.
Mas escolho como três dimensões principais: Desafio, Diversão e Dialética.

Renata encarou o desafio de pensar nas suas 3 dimensões. Agora é sua vez. O que lhe define?

domingo, 12 de setembro de 2010

Micos alheios

Professor sofre...mas também se diverte!

Sou profe de filosofia em um curso pré-vestibular e tenho, em média, uns 60, 70 alunos...

Dia desses resolvi parodiar algumas músicas e inserir conteúdos da história da filosofia nelas, a fim de que eles relembrassem o que cada filósofo pré-socrático considerava como a arché, ou, em outras palavras, como o princípio primordial do qual tudo se origina.

As músicas de que escolhi foram:

* "Águas de Março" da Elis Regina (que virou "Águas de Tales"),

* "Maluco Beleza" do Raul Seixas (que se tornou "É o ar com certeza"),

* "La Bamba" do Richie Valens (que se transformou em "Para estudar Heráclito"),

* "Atirei o pau no gato" (que passou a se chamar "Pra Pitágoras o número"),

* "O Baile Todo" do Bonde do Tigrão (Sim, isso mesmo, aquela "música" que diz: "Só as cachorras, as preparadas" etc etc etc... e que se transformou no funk "É o infinito").

Pois bem, fiz as paródias, decorei as letras e cantei para eles,

Alguém aí arriscaria adivinhar qual foi a paródia que mais fez sucesso?

Acertou quem apostou no funk do Bonde do Tigrão.. Ops! Melhor dizendo, no funk "Pra Anaximandro".

A galera realmente adorou!

Mais que isso, eles se deram ao trabalho de elaborar coreografia para o tal funk...

Cantaram, dançaram (alguns um tanto quanto envergonhados, outros bastante escrachados...) e, o mais importante, certamente não esquecerão o que cada filósofo pensava ser o principio original.

Quanto a mim, não resisti. Gravei meus alunos cantando e dançando e... postei no youtube...

Agora, todas as vezes que penso em dizer que professor sofre, acesso o youtube e me divirto com o mico que eles pagaram...

Déia escreve aos domigos e está tentando arranjar uma desculpa para a exigência dos alunos de que ela também dance o funk...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sorvete de Limão

Ok, reconheço que sumi. Precisava que o mundo parasse um pouco pra que eu retomasse as rédeas da minha vida. Desde a queda do meu último texto estou reaprendendo a ser eu. Ainda dói muito. Muito mesmo. Mas devagarzinho as coisas vão se encaixando. De lá pra cá emagreci, mudei de casa, pintei o cabelo de vermelho de novo. Voltei a ler. Não conseguia me concentrar. Voltei hoje, em grande estilo, com um livro do Saramago emprestado por um amigo. Alguns discos ainda estão proibidos de ir passear na vitrola. Mas botar Cartola, Caetano e tantos outros de castigo não impede que apareça vez ou outra em meus sonhos. Anteontem voltei a cozinhar. Fiz sorvete de limão – em busca do equilíbrio entre doce e azedo, tentando trazer doçura ao meu azedume particular e frescor aos quentes e secos dias de fim de inverno. Raspe casca de 3 limões, junte ao suco de 4 limões e ¾ de xícara de açúcar. Deixe essa mistura na geladeira depurando o sabor por meia hora. Bata na batedeira 500ml de creme de leite fresco com 3 colheres de sopa de água bem gelada. Bata até ficar cremoso e acrescente a mistura de limão e açúcar sem parar de bater. Coloque por 3 horas no congelador e divida com pessoas queridas.

Mariana escreve esporadicamente. Por vezes doce ou azeda, precisando de uma batedeira.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Promessas

Gente, não é que eu sumi de novo?

Eu sempre prometo para mim mesma que escreverei todas as quintas, sem exceções, e aquela coisa toda, mas oi? quando foi a última vez que eu cumpri uma promessa que fiz pra mim mesma?

Verdade minha gente. Se tem uma coisa que me persegue desde sempre são as promessas endógenas.

"Jamais beberei novamente" é uma das boas. E olha que eu bebo bem pouco. Mas as minhas ressacas são inversamente proporcionais ao tanto que eu bebo, de modo que eu sempre acabo amaldiçoando a bebida de ontem.

"Dessa vez eu vou levar a dieta a sério" também é das mais frequentes. Pelo menos até a próxima vez que eu encontrar com uma costelinha de porco assada, ou com uma boa macarronada, ou com quaisquer outros dos meus 43 pratos preferidos.

"Vou pensar mais em mim", "Vou começar a escrever minha monografia hoje", "Vou visitar minha família mais vezes", "Vou manter meu quarto organizado", "Vou me livrar das coisas que eu não uso", "Vou ser feliz, custe o que custar" também me visitam com uma frequencia assustadora.

Mas sabem, eu prometo que vou mudar de vida. Na semana que vem. (risos)

Milena escreve aqui às quintas. Cheia de promessas. E olha que nem é ano novo no calendário cristão hein!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O chato

Às vezes a gente acha que o chato é alguém que nasceu para nos irritar. Mas isso é pensar superficialmente: ser chato é uma arte!
E não se pode generalizar a chatice, que tem várias e irritantes nuances.
Procure prestar atenção aos chatos que lhe rodeiam e verá.
Existe o chato por tentar ser legal demais. Ele não é do mal, mas não lhe deixa nem pensar sossegada, pois quer ajudar, dar dicas, conselhos, fazer as coisas por você. Quando se estivesse apenas lhe escutando já ajudaria muito mais. Desses se deve manter distância em momentos de crises, dúvidas, etc...
Existe o chato que, na sua própria opinião, é perfeito. Para esses não se deve nunca, jamais, nem sob tortura, contar algo legal que lhe esteja fazendo feliz. Ele certamente terá outra história muitíssimo mais legal para contar assim que você fechar seus lábios, fazendo a sua parecer bobagem.
Há também o chato que, ao contrário do anterior, se acha a pessoa mais infeliz e mais azarada do universo. Para esses, não se deve contar nada triste, ruim, ou chato, como uma simples dor de cabeça. Ele vai lhe contar histórias até você se convencer de que a vida dele é muito pior do que a de todas as outras pessoas. E lhe deixar com um leve amargo no peito.
Existe o chato sem noção, que fala bobagens a torto e à direito, muitas vezes magoando as pessoas sem ter essa intenção. Esses chatos precisam de intervenções periódicas para evitar magoarem todo mundo. O conhecido chá de semancol.
Alguns chatos são engraçados para quem convive com ele em doses homeopáticas, mas ao ultrapassar 45 minutos, você quer se matar. Ou, mais comum, matar o chato.
Esses são alguns dos chatos inofensivos que facilmente se encontram nos melhores estabelecimentos dessa vida. Mas existe um tipo de chato com o qual se deve ter muito cuidado: o chato maldoso. Ele se disfarça de algum dos tipos acima mencionados, e acaba por plantar comentários mal intencionados, ferindo as pessoas, estragando relacionamentos...
Esses são os mais difíceis de identificar, e deles se deve manter certa distância. Normalmente a gente demora a perceber os danos causados, por achar que se trata de um chato inofensivo.

Renata é extremamente pacienciosa com vários tipos de chatos, até porque certamente se encaixa em alguma (s) categoria (s), mas é radical com chatos maldosos.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Sempre em frente, sonhos à parte


Desde não sei, venho sonhando,
sonhando em abrir um negócio, coisa simples, artesanal, mexer mais com as mãos, voltar a tocar violão, aprender a tricotar.

E voando, enfrentei hoje o centro de BH, apesar de ser véspera de feriado logo após um Domingo,o centro estava cheio, quarto dia útil, Natal e férias.

Andei, ralei o pé, fui até o mercado central e comi um pedaço de abacaxi, tudo estava lindo e o trânsito engarrafado.

Comprei miçangas, linhas e lãs, vou aprender a tricotar, finalmente. Estou com idéias maravilhosas para minhas velas. E o melhor de tudo, vou abrir uma lojinha virtual.

Estou muito animada, sei que não terei tempo de fazer tudo o que estou planejando rapidamente, mas como dizem 'antes tarde do que nunca. E como diria minha mãe - 'quem corre por amor não se cansa'.

Assim que tudo estiver pronto envio notícias, minhas mãos coçam. Wish me luck!

Silvia escreve as segundas.

domingo, 5 de setembro de 2010

Coisas Estranhas - parte II


Ainda pensando em coisas estranhas, lembrei de um fato que ocorreu comigo tempos atrás.

Duas amigas me convidaram, num sábado à noite, para ir a uma festa de aniversário do amigo-de-sei-lá-quem. Como eu estava "solteirinha da silva" aceitei o convite na mesma hora, empolgadíssima.

Caprichei na maquiagem, pus uma roupinha bacana, subi num saltinho básico (10cm) e lá fui eu, me achando toda linda...

Eu e minhas amigas fomos de carona com um conhecido de uma delas.

Acontece que a festa era em uma chácara no fim do mundo... E, para piorar, a tal chácara era tão escondida da civilização, mas tão escondida, que até o motorista se perdeu. Ficamos os quatro rodando naquele carro, no escuro, no meio do nada, indo de um lado a outro até conseguirmos encontrar o caminho para o tal lugar.

Chegando lá, me deparo com uma espécie de reunião de família (parecia a Família Addams!): crianças, idosos, bebês de colo (!), homens e mulheres das mais variadas idades, dois cachorros se esfregando nas pernas das pessoas e (juro!) tinha até um papagaio!

A maior parte das pessoas estava com olhares afoitos, rodeando uma mesa comprida (dessas de festa de salão de igreja) cheia de comida. E, o que é pior: empurravam goela abaixo a primeira coisa que conseguissem pegar da mesa...
Além disso, as crianças corriam de um lado para o outro, gritando ensandecidas umas com as outras e as vovós, sentadinhas na frente de um fogão a lenha, faziam tricô...

Nossa! Achei a cena toda muito esquisita...Num primeiro momento fiquei parada, meio que em estado de choque, pensando: "O que eu estou fazendo aqui?"...

Pensei em dar meia volta e ir embora, mas aí lembrei que estava de carona...

Pensei, então, em chamar um táxi, mas aí percebi que o celular estava sem sinal e, além disso, me dei conta que o taxista não conseguiria achar o caminho daquele fim de mundo.

Por fim me resignei... Não era bem o que eu tinha em mente para um sábado à noite mas, enfim, era o que me restava...

Acabei me enturmando com os amigos das minhas amigas e um deles não saiu mais do meu pé... Onde eu estava, lá estava o sujeito, com cara de cachorrinho sem dono, tentando puxar papo...

Lá pelas tantas eu comentei que estava cansada e ele, prontamente, muito gentil (e, obviamente, cheio de segundas, terceiras, quartas intenções...), se ofereceu para me levar para casa.

Aceitei a carona, desesperada por sair aquele lugar esquisito.

No caminho para minha casa, o sujeito começa com aquele papinho de conquistador barato...

"Sabe que eu adorei conhecer você?" "Nossa! Como é que eu nunca havia lhe visto antes?!?!?" "Onde é que você se escondeu esse tempo todo?" e por aí vai...

E eu, firme e forte, aguentando a "noite do pesadelo"...

Até que o pior aconteceu.

Chegamos na porta da minha casa e ele, como uma última cartada para ver se eu cairia no seu papo, larga essa:

Ele: "Sabe que quando você chegou eu fiquei encantado! Achei você muito linda, muito simpática e super DESENGONÇADA..."

Hã?!?

Eu: "Desengonçada?!? Eu?!?"

Ele: "Sim, sim...Achei você super desengonçada...Super simpática...Logo se enturmou com todo mundo"

Eu, completamente estupefata: "Hã... Será que você não quis dizer 'desinibida', por acaso?"

Ele, com cara de quem não entendeu: "Desini...o quê?"

Eu, já com vontade de rir da situação: "Desinibida..."

Ele, todo cheio de si: "Não, não...desengonçada mesmo! Achei você super desengonçada com essa simpatia toda!"

Aaaaaaaaaaarrrrrrggggggggghhhhhhhhhhhhh!!!!!

Gente, eu juro que é tudo verdade!!!!
Isso, de fato, aconteceu!

O sujeito REALMENTE me chamou de desengonçada a título de elogio!!!!

Socorro!

Déia escreve aos domigos, JURA que essas coisas sempre acontecem com ela e está doidinha de curiosidade para saber se alguém mais tem essa 'liga' para coisas/pessoas/acontecimentos esquisitos...
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