quinta-feira, 13 de julho de 2017

Com as fases e as marés

E eu, como estou?
Que sumi por aqui
Ando por aí, por ali...
Acompanhando as marés... os processos...
As luas que minguam, que crescem, que se renovam... E as que enchem... Enchem os corações da gente com os mais diversos sentimentos. Nosso corpo repleto de emoções e sensações. Que transbordam quando a Lua enche.
E nesse movimento que não para, tenho me movido mais acelerada.
Numa urgência de tempo (eu e minha velha questão com o tempo, numa relação de amor e ódio).
E enquanto isso eu vou
Correndo
Aprendendo
Refazendo
Renovando
Pulsando
Minguando
Renascendo
Apaixonando
E desapaixonando
Crescendo
Doendo
Querendo
Movendo
Transmutando
Ressignificando
Respirando
Hoje, transbordando.
E por fim, vivendo.
Tudo não necessariamente nessa mesma ordem.




Gabriela tem um quê de "haribo", como diz uma amiga, "nailô" como diz seus pais, mística, como dizem por aí. E percebeu recentemente que não sabe lidar muito bem com as Luas Cheias. Mas respeita o movimento inspirador que elas provocam. E vibra, pois enfim, voltou aqui.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Escutar

Ando tão distante do blog, muito porque os assuntos que me apetecem discutir são pesados e cada texto que inicio acaba indo drasticamente para um lado pessimista.
Mas hoje me fizeram um desafio (uma tarefa de casa, na verdade, mas que será um desafio para mim) e quis compartilhar aqui. A tarefa é:

"passar um dia inteiro sem interromper as pessoas quando estão falando". 


O curioso é que ando muito introspectiva, buscando me (re) encontrar, e uma das questões que venho pensando é em como eu costumava ouvir com facilidade às pessoas. Ouvir mesmo, não esperar a pessoa parar para respirar e aproveitar o intervalinho para retrucar, ou para contar algo parecido. Apenas ouvir. Perguntar o que fosse necessário para facilitar o entendimento. Essa era uma das qualidades que eu prezava muito em mim mesma e que, em algum momento dessa vida loka, eu perdi.
Não sei se foi a pressa para acompanhar o ritmo acelerado das coisas por fazer. Não sei se foram as mudanças causadas nos diálogos que se tornam cada vez mais superficiais, devendo caber dentro de 120 caracteres por assunto. Ou talvez eu esteja ficando egoísta. Não sei... mas sei que atenção é algo muito valioso para dar a alguém. Tempo. Dedicação. Interesse. Respeito. Tudo isso se doa em uns minutos (que podem, sim, virar horas) de uma conversa de verdade, com escuta atenta e generosa.
E eis que sou desafiada a passar um dia tentando sem interromper os outros. Parece banal, mas fiz um exercício de ouvir uma história de 5 minutos, bem interessante e bem contada, e tive que me conter diversas vezes. Fiquei chocada!
Mas, vocês podem estar falando (e me interrompendo!) só não interromper não quer dizer que você esteja realmente ouvindo. Verdade. E por isso minha mentora pediu que eu registrasse quantas vezes meu pensamento se distrai e dou uma viajada básica
Não comecei o desafio mas já estou analisando como me comporto em diálogos e confesso que não vai ser fácil. Pretendo encarar como um processo de auto conhecimento e crescimento, e não apenas como um para-casa. 
Espero ter bons resultados para compartilhar!

Renata escreve no blog há quase dez (DEZ!) anos, e tem sido muito seletiva no que compartilhar por aqui. Espera se sair bem no desafio boca fechada!





quinta-feira, 9 de março de 2017

Daquele 8 de março de 2017...

Nesse 8 de março tão emblemático, de uma época em que vivemos o ápice da informação sobre a luta das mulheres contra atitudes machistas; mulheres essas que perderam a vergonha de se expor e contaram tudo o que vivenciaram, dando a oportunidade para outras mulheres, como eu, de se reconhecerem em cada ou diversas situações. 

Confesso que quando li as primeiras “confissões” vivenciadas por conhecidas ou desconhecidas, fiquei chocada. Nas minhas veias ainda correm os ensinamentos de minha mãe e de minha avó, aqueles do tipo - “roupa suja se lava em casa”, “devemos ser discretas”. Mas, no momento seguinte, me identifiquei e reconheci que cada texto daquele trazia um aprendizado dolorido de mulheres para outras mulheres, como eu, que ainda enxergavam aquelas atitudes como “normais” acordarem! Eram para um bem maior, uma doação.

O que mais me surpreendeu foram os relatos de esposas e seus companheiros ou ex-companheiros. 

Lembrei de uma história, que aconteceu comigo e um namorado. Eu mordi os lábios dele, que era grande e bem mais forte que eu. Foi o que consegui fazer, presa entre seus braços e pernas, sem poder gritar por ajuda, depois da recusa em dormir com ele. Ter agredido ele fisicamente me trouxe uma culpa imensa e gerou muitos insultos no dia seguinte. Na época me calei e concordei que eu estava louca, como ele disse. Me sucumbi àquela culpa e aguentei ouvir aquela história, sendo contada por ele, omitindo o motivo da agressão, colocando a mim como carrasca.

Histórias de agressão física não se repetiram. Eu calei as psicológicas. E vivi feliz para sempre. Até hoje...

O que me deixa triste é que somente depois de anos, (e graças ao que tenho lido dessas mulheres corajosas desta nova geração), eu tenha descoberto que insultos assim sairiam, sim, da boca de homens que insistem em dizer que “mulher que apanha, apanha porque merece”. Hoje aprendi com elas que, o simples pronunciar desta frase já é uma agressão. 

Por causa delas foi que entendi que se alguém tenta te diminuir, dizendo coisas do tipo: “você não pode viver sozinha pois não conseguirá se sustentar, a não ser que arranje um emprego de telemarketing das 23 às 6 hs (desqualificando o trabalho da mulher e do profissional de telemarketing); “ você não pode ser mãe por ser mais infantil que uma criança” (desqualificando seus desejos); “você está agindo como puta! Você é uma mulher casada!” - quando você saí a noite com suas amigas (desqualificando anos de luta por liberdade feminina); ou ainda te chama de “careta louca” por você achar um absurdo ele dar cobertura para o amigo adúltero, afinal “o problema é deles e não meu!” (reafirmando sua supremacia machista ao defender o amigo MACHO), ele está agredindo você! 

Infelizmente foram coisas que experimentei quando não tinha maturidade para reconhecer o que é GASLIGHTING e outros conceitos de agressão à mulher. E agradeço demais por estar tendo a oportunidade, de coração tranquilo quanto ao passado, de aprender, amadurecer e mudar! Não me calo NUNCA MAIS. 

Nada de sentimentos de piedade. Nada de “Pobre de nós mulheres que enfrentamos isso”...mimimi! De jeito nenhum!

Existem homens maravilhosos, companheiros, que acompanham essa mudança na sociedade e estão querendo estar ao nosso lado nessa luta. Ainda bem! E ainda bem que conheço pessoas assim. Singulares. Homens e mulheres. Gente que trata o assunto com naturalidade, mas naturalidade de leão que defende o bando!

Essas pessoas estão me ensinando a ser mulher de verdade. Mulher, com todas as fragilidades mas também qualidades femininas. Me ensinam reconhecer o valor de cada atitude anti-machista e selecionar, escolher a quem vale estar por perto. E principalmente não deixar acontecer menos do que eu mereço. Eu, mulher. Eu, ser humano do bem.



LorisB. deseja um Feliz dia das mulheres, como são. Cada qual com suas particularidades. Cada qual com seus desafios e cada qual com o direito de ter seus afetos sempre renovados e estabelecidos.

terça-feira, 7 de março de 2017

Eu não vim aqui falar do machismo nem do feminismo (mentira!)

Eu não vim aqui falar do machismo nem do feminismo, afinal ambos não existem, são puro devaneio de mulher histérica. Eu vim falar de sexismo e misognia. E de sororidade. Palavras tão pouco faladas até pouco tempo que tem muita gente que ainda não está familiarizada, nem com as palavras, nem com que elas representam. 

Há umas duas semanas eu estava voltando de uma reunião no local que eu trabalho na qual existiam sete homens e eu. Nada mais natural já que na maioria dos locais de trabalho existem mais homens, afinal eles são bem mais qualificados, mais equilibrados, não entram em licença maternidade e não passam pela tpm todos os meses. Assim que sentei no computador li um artigo que falava sobre as barreiras enfrentadas pelas mulheres no meio científico. O ponto principal do artigo é que mulheres não são convidadas a avaliar os trabalhos de seus pares. E, se pensarmos bem, não estamos falando só que as mulheres não são convidadas a avaliar trabalhos de homens, as próprias mulheres não confiam seus trabalhos para a avaliação por outras mulheres. 

Coincidentemente, nessa mesma semana vi a foto de uma ex-orientanda que estava agora defendendo seu doutorado. A foto com a banca. Ela lá miúda cercada por cinco homens. Poxa, na minha defesa de doutorado a banca foi assim também, lembrei! As mulheres não confiam seus trabalhos a serem avaliados a outras mulheres (ou não influenciam seus orientadores para isso, nesses casos em específico), nem eu! Claro que isso foi há muito tempo e na minha atuação profissional dentro da academia, mesmo que algumas vezes instintivamente, priorizei as parcerias com outras mulheres, a orientação de mulheres e o reconhecimento de seu brilhantismo ou trabalhei para fazer aflorar seu brilhantismo podado.

Além disso já foi visto que o aceite de artigos científicos por determinadas revistas é mais fácil quando o autor principal é homem. Ah gente, super natural! Natural como aquele caso das autoras que receberam como resposta do editor de uma revista científica que seria melhor elas re-submeterem o artigo usando o nome de um homem como autor principal. Natural como a luz do dia, lógico que elas deveriam atribuir a autoria do seu trabalho a outra pessoa. Pode isso? 

Nesse contexto, o filme “Estrelas além do tempo”, muito falado no momento, é sobre a corrida espacial norte-americana na época da guerra fria, tendo como ponto central as dificuldades vividas por um grupo de mulheres negras em conquistarem reconhecimento na ciência e na engenharia. Um outro artigo fala sobre “como ‘Estrelas Além do Tempo’ destaca desafios ainda em voga para mulheres na ciência e na tecnologia”. Sim, as coisas avançaram, mas ainda há dificuldades (de 1961 para 2017). O artigo ainda comenta como meninas e mulheres atuais podem ter tido seu potencial prejudicado pela falta de referências femininas nas áreas de ciência e engenharia. “Não porque essas mulheres não existam, mas porque permanecem ocultas sem o seu devido reconhecimento.”

Outro fato que a Renata aqui do blog me chamou a atenção é que as mulheres não aplicam para vagas em que elas não estão enquadradas em 100% dos requisitos. Você pensou: natural também, a velha insegurança feminina! Para o meu emprego atual eu apliquei para uma vaga em que não me enquadrava em nenhum dos requisitos. E, segundo meu chefe, para ele eu me enquadrava perfeitamente na vaga. Veja bem, a não ser que a vaga tenha sido criada para uma determinada pessoa, muito dificilmente vai aparecer alguém que preencha 100% dos requisitos! A propósito, os homens aplicam quando querem.

Não gente, não é questão de insegurança, e se é, pensem em como fomos criadas. Fomos doutrinadas para nunca acreditarmos ser tão boas quanto somos. Desde a infância. Já ouvi falar até de mães que não reconhecem o brilhantismo, esclarecimento e força de suas filhas mulheres, mas exaltam os filhos homens, até os filhos dos outros. No meio científico existem muitas histórias de sexismo. Ouvimos muitas vezes que não somos brilhantes, despautérios como “não inventa de engravidar”. Quando somos mais duras, somos vacas mal-comidas, isso ouvido de outras mulheres! Enquanto um orientador mais duro é visto com temor e... engole o choro! (ou não, porque aluno chorar tá tão fácil hoje em dia, já viram?). Dentro da universidade já vi professor incitar disputas entre mulheres. Já vi professor assediar mulheres pela simples necessidade de poder. Assediar física e moralmente, Já ouvi dizerem que fulana só passou em tal prova por causa do tamanho do short. E ouvi muitas vezes que fulana devia estar dando para tal professor. Entre outras bizarrices.

Um estudo bastante extenso mostrou que mulheres abandonam mais as carreiras de ciência e tecnologia, mas porquê? Você pensou: claro, a velha falta de persistência feminina! Pois está enganado, cita-se “a preocupação com a falta de oportunidades de crescimento” e o fato de serem “tratadas injustamente, receberem salários menores e apresentarem menos chances de serem promovidas do que seus colegas do sexo masculino”. Algum de vocês já passou por isso? Posso usar meu próprio exemplo aqui, não abandonei a carreira, mas mais de uma vez abandonei um emprego por ser tratada injustamente. Além disso, quantas ideias as mulheres dão e só são ouvidas quando sugeridas por um homem! Claro que se uma mulher decide abandonar sua carreira pela família ou para viver outras aventuras não tem problema nenhum, escolhas devem ser respeitadas sempre. O ponto aqui é aquela que acaba abandonando sua carreira por pressão ou por deixar de enxergar perspectivas.

Assim como a personagem Katherine de “Estrelas além do tempo” precisou levantar a voz para demandar respeito em um momento de desespero, muitas de nós dentro da academia ou em outros meios profissionais, também temos esses momentos de desespero. Como aqueles momentos que interrompem a nossa fala, ou desconstroem os nossos esforços. E ao levantar as nossas vozes somos tachadas de loucas, desequilibradas. Surgem perguntas: você está “naqueles dias”? “Você está com algum problema”? Sim, não é evidente que estamos com um problema? Não estamos sendo respeitadas! 

Porém, voltando ao fato citado de que mulheres não confiam seus trabalhos para outras mulheres avaliarem, o que se vê é que elas disputam espaço entre si. Dentro de departamentos de universidades acontecem brigas inimagináveis entre mulheres. Como se o brilho de uma fosse ofuscar o de outra. Como se só houvesse lugar para uma. Em qualquer meio, mulheres são as maiores vítimas de boatos, nem Marie Curie, uma das maiores cientistas de todos os tempos – primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel e a única pessoa a ganhar dois prêmios em áreas distintas – escapou disso! Aliás não sei se você sabe, mas desde 1901, 97% dos ganhadores de prêmios Nobel de ciências foram homens, sendo que em 2016 (sim, ano passado – tão recente!) nenhuma mulher estava entre os 11 ganhadores.


Claro que lá no início onde eu disse que machismo e feminismo não existem estava usando de ironia, assim como em muitas passagens do texto em que falo que tudo é muito natural. O que vejo é que além de seguirmos travando luta contra todo esse sistema desigual em que estamos inseridas, tem muitas coisas que nós podemos fazer a fim de aumentar a representatividade. Como escolher outras mulheres para avaliar nossos trabalhos, para serem nossas bancas, exaltarmos mais o brilhantismo de outras mulheres nas mais diversas áreas, promover grupos de discussão entre mulheres, ou seja dar voz e ouvidos a outras mulheres. E nos policiarmos – até que se torne “natural como a luz do dia” – para deixarmos de reproduzir discurso machista. E aí que entra a sororidade.

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Pra quem quiser ler mais:



Luciana escreve (ou deveria escrever) às terças e coincidentemente terminou esse texto hoje, véspera do dia 08.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Gente é pra brilhar

Li ontem o seguinte texto, que me inspirou a voltar a escrever aqui, depois de tanto tempo, tantas reviravoltas e mudanças ocorridas na minha vida, de meados de 2016 pra cá. Processos profundos de mudança, desapego, quebras, lutos, recomeços, ressignificações... Quem sabe vire um texto publicado... quem sabe vire um texto para guardar no arquivo pessoal, como tantos outros ensaios que andei fazendo nesse período de escassez textual por aqui... Quem sabe seja necessário um bocadinho mais de coragem e reconhecimento desse poder pessoal, que logo falo... Bom, quem sabe?! Com certeza, eu!!! Rsrsrsr... Mas deixemos tudo isso para uma outra história…. Segue o texto inspiração, da Alana Trauczynski:

“Assumir o seu poder é uma bênção para você, mas um terror para todos os que te rodeiam, porque passa a ser muito desconfortável estar ao lado de alguém que se permite, que se acha merecedor, que se abre para a abundância do universo. \"Como assim alguém que é igualzinho a mim, um ser humano cheio de falhas, se permitindo tudo isso?\" Ao invés deste pensamento escasso, que tal se permitir também? Você também merece. Só falta constatar isso. Não é preciso ser perfeito para ser inspirador, para fazer sucesso, para ser rico, fabuloso e maravilhoso... É só se dar permissão, mesmo com todos os seus defeitos. O universo vai dizer: ufa, mais um que se libertou dessa nóia... Aleluiaaaa!”
Eu escolhi e decidi ser livre.
Decidi ser livre, com todas as minhas virtudes e potencialidades, assim como com minhas vulnerabilidades e “pontos de melhoria”, como dizem no coaching.
E você, escolhe o que??!!
Está pronto para "desbloquear a abundância e seu poder pessoal"?!
Esse é o nome do curso que estou fazendo com a querida e iluminada terapeuta Ariana.Schlosser, que trabalha com a técnica da EFT. Esse curso  tem girado, a cada módulo, chaves importantes dentro de mim, quebrando várias crenças e padrões que limitavam todo meu potencial, até então contido e engavetado, por vários medos e "dedos". Motivos e votos secretos que escondemos láaaaaa no nosso inconsciente, que nos tornam nossos próprios sabotadores e algozes... Aos poucos vou desbloqueando, mas ainda tem muito chão. É um caminho profundo, essencialmente interno, de autoconhecimento. Mas toda caminhada é feita passo a passo. 
E como diz Caetano, "gente é pra brilhar". Então, o convite é: bora brilhar, minha gente!!!!
Bora ser feliz, viver nossa missão, nossos sonhos, descobrir nosso propósito, iluminar, com nossa própria luz, esse universo rico e abundante!
Bora, que a gente pode, bora, que a gente merece, bora, que a gente decide! Só bora!!!!!!
Sem medo, sem desculpas, sem vitimismo, sem procrastinação, sem auto-sabotagem. Toma as rédeas da sua vida e vai... vai ser feliz!!! Liberte-se, o mundo é todo seu!!!! 

Gabriela faz terapia, tem participado de cursos sobre desenvolvimento humano, autoconhecimento, faz coaching, medita (com muuuito esforço, pelo menos 7 minutos, e quando dá), faz a p.. toda, mas não perde essa mania de Pollyanna e de otimista crônica... rsrsrsrs... Mas como a ideia é aceitar as dores e delícias de ser o que é, está cada vez mais tranquila e assumida quanto a isso.
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