Terá sido tão de repente assim? Desaceleramos muito com a proximidade dos 40. Aprendemos a caminhar apreciando o caminho ao invés de correr loucamente para chegar sabe-se lá onde. Descobrimos que todas queremos chegar lá, e que o lá de cada uma é diferente. Aprendemos a olhar de dentro para fora. Muita coisa aconteceu nesta década. Crianças nasceram, animais de estimação se foram, relações se fortaleceram, outras, desvaneceram. Aprendemos muito. Principalmente que dividir só nos faz melhores.
quinta-feira, 9 de março de 2017
Daquele 8 de março de 2017...
sexta-feira, 27 de maio de 2016
“Que ninguém nos ouça.”
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Dos desafios
quinta-feira, 14 de maio de 2015
Das delícias dessa fase
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Essa coisa do feminismo
sábado, 8 de março de 2014
Quem é essa mulher?
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Ei Pequetita
Loris Bahia é também Loris Mãe e está tentando deixar registrado algumas das fases mais importantes de sua filha em um blog feito especialmente pra ela. A doce Catarina.
Obs: texto originalmente publicado aqui
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Das flores que sempre voltam.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Simples assim
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Mudança
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Mães
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
PAI
Tive, e tenho um grande homem na minha vida: meu pai. Que me deixou muito exigente em relação às minhas escolhas de um tempo pra cá.
Meu pai é um jovem senhor muito correto, digno e com um dom nato para a diplomacia.
Sempre foi espelho pra mim.
Mas para ele, e para todo pai, imagino eu, sempre fui sua menininha.
Esse carinho de pai foi “superprotetor”, mas “supernecessário” para encarar as voltas da vida.
E numa dessas voltas, pela primeira vez pude me abrir, com toda a minha verdade, com meu paizinho.
E ele soube escutar, sem julgamentos.
Conseguiu passar por cima dos diferentes conceitos das décadas que nos separam.
Entendeu, e deu apoio incondicional à sua menininha. Que sofreu e que cresceu. Que se reergueu e que agora ama ainda mais esse paizão.
E foi no meio de toda a tormenta, que ganhei o melhor conselho de todos os tempos: “Viva a sua vida sem esperar nada de ninguém. Lute pelo que é direito seu, mas não se exponha.”
As palavras não foram exatamente essas, mas eu entendi e estou tentando colocar em prática...
Um pouco atrasado, mas “rasgando uma sedinha” para o meu pai, em homenagem ao dia dos pais.
sábado, 26 de novembro de 2011
Acreditando em Deus
Não. Nunca fui fervorosa frequentadora da religião que meus pais me iniciaram. Confesso até que desconfiava de tudo o que era dito.
De um tempo pra cá, comecei a prestar atenção na minha evolução espiritual.
Comecei achar isso importante. Muito importante, aliás. Acho que todos temos nossas crenças e fazemos nossas orações. Eu sempre fazia. Mas não gostava de admitir. Sei lá porque. Talvez me sentisse hipócrita, como poderia admitir minha fé se não frequentava e até desconfiava daquilo tudo...
Minha mãe se tornou uma espécie de rezadora compulsiva nos últimos anos. Era até chato ter uma conversa com ela, pois para tudo ela achava uma explicação católica. Acho que era também por minha causa. Ela me confessou que estava muito preocupada com meu comportamento nos últimos cinco anos. Me achava triste e amargurada, e, como não podia ajudar, resolveu rezar por mim. Ultimamente tenho notado que ela se aquietou. Talvez tenha conseguido alcançar sua pequena graça...
Falo assim, um pouco distante, pois não estava mesmo acreditando muito no que ela vem me dizendo, insistentemente, desde que fiquei grávida: "minha filha, minha novena trouxe essa menina pra você. Acredite em Nossa Senhora das Graças! Foi ela, através da minha novena. Eu tinha certeza de que iria receber essa graça!" - Confesso que não acreditei mesmo! Não sou assim tão religiosa para acreditar nessas coisas...
Mas hoje, uma ligação dela e uma descoberta minha, me fez curvar diante da minha descrença e me coloquei a rezar em agradecimento. Nossa Senhora das Graças tem me acompanhado durante, pelo menos, os últimos três anos, e eu não sabia. Não estava vendo os sinais. Sei que isso pode parecer meio insano...eu mesma acharia se não fosse comigo, mas vou me recolher a minha humilde existência e agradecer, se não por mim, pela minha mãezinha, que se desdobra pra me ver feliz.
Eu, aqui, com uma medalhinha partida na mão, me faço pequena diante dessa energia superior que guia e protege a minha vida. E aproveito para rezar por todos que estão e passaram por ela. Que tenham paz e muito amor nos corações.
LorisB. escreve esporadicamente.
sábado, 2 de abril de 2011
“A lagartixa bebeu água na fonte.”
Essa frase não tem nada a ver com qualquer assunto para uma postagem inaugural, eu sei. Mas eu fiquei travada para escrever e um amigo sugeriu dizer essa frase três vezes, de trás pra frente. Dizem que cura soluço, quem sabe ajudaria a dar o “start” no meu texto?
Já escrevi bastante sobre mim. Aliás, faço isso desde 2004, quando entrei pra esse mundinho “bloguístico”. Agora, estou eu aqui, feliz da vida, falando das experiências dos meus 30 anos. Confesso meu medo de falar besteiras (e o que estou fazendo aqui, agora, senão falando besteira?).
Bom. Repeti a frase conforme “indicação”, e coloquei uma coletânea de CDs da BLITZ para tocar. Presumo que vocês saibam que Blitz é uma banda dos anos 80. Desculpa, gente! Tenho um pouquinho mais de 30 e gosto muito das coisinhas de quando era adolescente. Mas gosto das coisas legais de hoje também. Vou fazendo releituras e misturando tudo.
Acho que funcionou! Vou falar um pouquinho sobre o que acho dessa fase e com o passar do tempo vou contando minhas histórias.
Nunca me assustei com os 30. Afinal as minhas preocupações não eram muitas. Podia continuar a viver curtindo e pronto. Mas quando a gente faz 30, passa a querer mais compromisso com a vida. A gente passa a querer assumir algumas responsabilidades que, talvez, nos transforme em mulheres mais fortes. Com laços bem atados, eu uma esperança de futuro. E os sentimentos vêm de forma mais intensa. É impressionante como a paixão vem com mais força nessa fase! A paixão pela vida. Essa que nos faz “mudar de fase no jogo”.
LorisB. mudou radicalmente sua vida desde que se apaixonou por ela. Resultado disso foram, a mudança no trabalho, o estado civil e o bebezinho que já dá cambalhotas na sua barriga.
