domingo, 13 de novembro de 2011

Das multidões

Abomino as multidões!

Simplesmente não consigo me sentir confortável com inúmeras vozes elevando-se umas sobre as outras para se fazerem ouvir.

Acho detestável as pessoas tentando, a todo custo, chamar a atenção sobre si mesmas.

Não suporto os sorrisos forçados, os abraços vazios, a demasiada conversa com escassez de conteúdo...

O excesso de superficialidade das multidões me oprime de maneira esmagadora...

Acho a solidão é absolutamente fascinante!

Déia escreve aos domingos e tem preferido, cada vez mais, sua própria companhia...

3 comentários:

Tempo & Solidão disse...

Também não vejo mal nenhum em ficar sozinho, ou seja, sem ninguém ao redor. Aprendo muito com este lance da solidão. Apesar dos poetas do Romantismo dizerem que a solidão é o mal do século, sinto que às vezes ela se torna necessário desde que saibamos usá-la.

Andréia B. Borba disse...

Concordo com você, é preciso estar um pouco em sua própria companhia...
E, a meu ver, o mal do século é o excesso de estímulos q que nos submetemos cotidianamente e que nos impedem de encontrarmos a nós mesmos...
bjs linda!

O Guri disse...

Não precisamos de uma multidão para sermos ou nos sentirmos superficiais ou exagerados. Odeio isso.

Bejo na bunda!

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