terça-feira, 3 de julho de 2012

Minimalismo

Há nove meses, em função do trabalho, mudei de Estado com mala e cuia. Duas malas e uma cuia. Um colega me disse que eu ia passar a levar uma vida minimalista. Ter menos, comprar menos, precisar de menos. Menos tudo.
Na hora isso não fez muito sentido, pois nunca fui extremamente consumista. E quem consegue se mudar com duas malas, já é um pouco minimalista, não? Às malas foram se somando outras bolsas, mochilas, caixas, sacolas e compras, mas não acho que nada em excesso. Mudei para uma casa totalmente mobiliada cuja dona, minha amiga e super caprichosa, deixou em perfeito funcionamento. Lá tem tudo o que preciso. Mas a coisa do minimalismo não saiu da minha cabeça.
Comecei a ler alguns blogues que falam de experiências de vida e da busca pelo minimalismo. E só de ler sobre a experiência de outras pessoas, vi o quanto carrego coisas de que não preciso. O quanto pensava em comprar coisas das quais não preciso. E me senti mais leve. Não mudei radicalmente nada na minha vida em função disso, como pessoas que passaram um ano sem comprar nada, ou que mudaram pra uma casa 3 vezes menor; mas o valor que dou pras coisas e o quanto carrego nas costas vem mudando.
Além de mais leve, é um jeito mais econômico e sustentável de levar a vida. E que vem me conquistando, mesmo dese antes de eu saber.



Renata a caminho do minimalismo. Mas com passos minimalistas, por enquanto!


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4 comentários:

Loh LS disse...

Eu preciso aprender a ser pelo menos um pouquinho minimalista...sou o excesso em pessoa e isso as vezes me faz mal!!
Bjusss
avidamudaeutambem.blogspot.com.br

Renata disse...

Ter vontade já é um passo, bem importante!´E te digo: a vida é bem mais leve quando a gente não carrega muita coisa! Abraço!!!

Fernanda Lang disse...

Pois é, minha amiga, Re! Depois que eu mudei de cidade, pais, continente percebi o quao minimalista a gente aprende a ser! Se eu parar para pensar eu tambem levei apenas duas malas e uma cuia...
Tu sabe como eu era consumista, sempre as roupinhas da moda, bolsa combinando com sapato, mas depois que eu vim parar aqui tao longe de tudo e de todos aprendí que isso nao é mais importante.
Mesmo assim fico de boca aberta quanto penso que tudo que eu tinha se resumiu em duas malas e uma cuia.
Tudo parece ser descartavel no nosso mundo de hoje.
So a minha bagagem de lembrancas, recordacoes, saudades ... essa sim é grande e carrego por tudo onde eu vou!

Lila disse...

A gente compra mais do que precisa, come mais do que precisa, bebe mais do que precisa... Bem, ao menos eu o faço. E me culpo... Sempre! Bjs Ré.

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