sábado, 19 de abril de 2008

A tão falada vida

Como é fácil sensibilizar-se com o que passa na televisão a toda hora...Não que não sejam coisas terríveis, que mexem conosco, mas ao nosso redor coisas terríveis, e também coisas maravilhosas acontecem o tempo todo...

O amigo que há tempos não se vê. A flor que abriu. O filho que foi para a escola com marcas de surra. O acidente de trânsito. O amor. O ódio. A fome. A alegria. O milagre da vida. O mistério da morte.

A vida. A vida não passa na televisão. A vida não dá IBOPE. A vida não é perfeita. Não tem Photoshop. Não tem edição. Não tem seleção.

A vida acontece sempre, não só ao ligar um aparelho. A vida não para, pra gente fazer um intervalo. A gente não pode mudar de canal. A vida está aí pra quem quiser ver. E viver. Pois quem apenas sobrevive não sabe a riqueza de sensações que está perdendo.


Renata pensa que não é uma emissora que deve determinar as coisas com as quais as pessoas se sensibilizam, se revoltam ou se emocionam. Cada um tem sua oportunidade de escrever o roteiro.

2 comentários:

Angel disse...

É uma pena que algumas pessoas se prendam somente ao que a televisão propaga para parametrizar verdade e mentira, feio e bonito, bom e ruim. Tudo isso está dentro de cada um e nas experiências que se vive.

Gostei do texto!

Bjos!

Laeticia disse...

Como já dizia o poetinha camarada, quem já passou por esta vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu, porque a vida só se dá pra quem se deu, pra quem amou, pra quem chorou pra quem sofreu! Ah, quem não viveu uma paixão, nunca vai ter nada não!

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