sábado, 4 de outubro de 2008

Tholl

Hábito comum do brasileiro pouco ou nada valorizar o que é de casa, nacional. Exemplo disso são os milhares que se acotovelam para comprar ingressos absurdamente caros para um espetáculo internacional que tem, sim, muita qualidade, mas que no Canadá é apresentado ao ar livre, em praça pública.
Hoje vou contar de um espetáculo nacional, “circense”, por assim dizer, mas sem os elefantes, leões e globo da morte. Aliando linguagem circense e teatral, Tholl, um espetáculo de luz e imagem, tem o encanto do circo e da fantasia, das luzes e do som. Este é um grupo de Pelotas, que, em duas horas, me levou a recantos mentais novos e a velhos também, embora esquecidos.
Roupas multicoloridas que remetem ora a tempos medievais ora a palhaços ora a pré-história ora a anjos que descem do céu. Acrobacias de solo, em tecido, em pernas de pau mesclavam-se com a trilha sonora contagiante. Coisas simples como andar sobre a bola e pular corda ficaram fascinantes e me deixaram literalmente boquiaberta.
Materiais como arcos, cordas, bolas, tochas e até cadeiras ganharam um significado totalmente novo, auxiliando na tarefa de encantar e divertir.
Tholl: um grupo brasileiro, criativo, talentoso e inovador que pode levar quem estiver disposto a um mundo de sonho e alegria.

Renata recomenda não só o Tholl, mas qualquer movimento cultural e artístico para valorizar a arte brasileira.

2 comentários:

Huguinho disse...

Puxa, que dez!!!! Adoro estas coisas também!!!! O Tholl seria algo parecido com o Teatro Mágico?
Vou pesquisar sobre eles.

Gisele Lins disse...

Ai Rê eu vi o Tholl no São Pedro há alguns anos e fiquei tão encantada quanto você. No espetáculo que eu vi o equilibrismo daquele cubo gigante foi incrível, o esquema das luzinhas laser foi show e o final foi muito, muito emocionante!
Huguinho de certa forma lembra, sim, O Teatro Mágico, que é minha paixão atual.
Um beijão para você Rê!

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