domingo, 16 de setembro de 2007

As escolhas da vida

Dia desses, pensando na vida (na dela), perguntou-se:
- Quando foi que eu escolhi estar aqui, hoje, desta forma como estou?

Claro, para alguns a resposta pode parecer óbvia! Ao levantar-se no referido dia, ao escolher a roupa, ao escolher que caminho tomar.

Mas não era exatamente a isso que ela se referia. Pensava em termos maiores, desde quando tinha o sonho de ser paleontóloga como o Indiana Jones,viajar e viver num mundo de fantasia até hoje, até o momento em que vive agora, quando foi que escolheu estar aqui?

Sim, porque ela acredita que todos têm sempre uma escolha, mesmo quando parece que não temos escolha. Até quando não escolhemos, estamos escolhendo o que os outros querem de nós.

E ela começou a ver o filme de sua vida e a perceber que as escolhas eram diárias, constantes e não anunciavam: eu vou mudar sua vida! Apenas surgiam e muitas vezes eram tomadas sem o devido cuidado, pois ela ignorava sua importância e o impacto que causariam. Ou mesmo que causaram.

A partir dali, ela seguia fazendo escolhas: diárias, constantes e que nem sempre anunciam a sua importância.


Renata, uma mulher multivariada que pensa duas vezes antes de fazer qualquer escolha, mas que sempre escolhe não se arrepender das escolhas feitas. E que vem escolhendo uma ter uma vida mais saudável: fisicamente e emocionalmente.

4 comentários:

Paula disse...

Fantástico, Renata!
Concordo plenamente com você. Tomar uma decisão é um momento crucial, por mais banal que possa parecer, pois pode mudar minha vida. Por esta importância, sei que devo arcar com todas as suas conseqüências, já que não poderei voltar atrás...
Beijos.

vanandram disse...

Oi, Renata!
Escolher é muito difícil, porque sempre implica perdas. Por isso é importante pensar, pensar muito e procurar fazer aquilo que pareça mais sensato.gostei do texto!
Grande abraço,
Vanessa.

Sisa disse...

Oi Renata!
Eu já estive pensando sobre isso. Às vezes, a gente toma uma decisão que parece tão bobinha, e aquilo desenrola tanta coisa pra frente, que a gente percebe que tomou um caminho sem muita consciência dele. A parte boa é que muitas vezes este caminho parece mesmo o mais acertado. Parece brincadeira, mas quando fiz vestibular, foi mesmo como treineira, aí escolhi física porque queria ver as provas abertas de exatas, porque sempre foi a área que eu gostava mais. Mas nunca pensava em ser física. Eu odiava física! Pra mim, física deveria ser apenas uma barreira que eu teria que ultrapassar no ciclo básico de qualquer curso que me interessasse. Passei no vestibular de brincadeira, fui pra faculdade ver qual era e... pronto, tenho um diploma de bacharela em Física e simplesmente AMO FÍSICA! Quando conto pras pessoas que sou física por acidente, nem todo mundo acredita, rs... Mas claro que este já é um caso extremo demais!

Milena disse...

O emaranhado de coisas que costumamos chamar de destino nada mais é do que a consequencia de tudo, absolutamente tudo que escolhemos!
Muito bom o texto!

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