domingo, 9 de setembro de 2007

Independência ou....

Vamos comemorar!!!!!!! São desfiles, paradas, com toda a pompa. E vejo isso desde pequenininha... Colocar o uniforme da escola, empunhar a bandeira do Brasil, sair toda sorridente com os colegas desfilando sob os aplausos e o delicioso som da banda. Apesar de algumas mudanças, hoje continua quase igual.

Mas vem a questão: comemorar o quê? Ainda mais quando vivemos debaixo de uma política assistencialista que procura deixar o povo cada vez mais dependente, em um país atolado na dependência.

Orgulho de ser brasileira, eu tenho. O povo ainda tem seu valor. Só que está se perdendo, se vendendo, desvalorizando mesmo...

A saída existe, a independência é possível. Mas só acontecerá com um povo realmente civilizado, com educação de verdade (não essa de mentirinha que tem se feito na maior parte das escolas brasileiras), precisa de consciência!

Diz que houve o grito: independência ou morte. Precisamos é da luta: um povo que reclama seus direitos, pune os corruptos, exige o retorno de seus impostos. Não podemos ficar na eterna passividade, vamos levantar do berço esplendido e gritar: esse país é NOSSO!


Aline, que ainda fica arrepiada quando ouve o hino brasileiro, mas se arrepia muito mais com os crimes contra a nação.

7 comentários:

Angel disse...

Oi Aline,
Realmente vc tem razão. Nossa educação, principalmente, a escola pública, é de mentirinha. Os valores transmitidos na educação familiar, quando esta existe, não são nem citados nas escola normal. Exigir e colaborar por um país melhor é o mínimo que devemos fazer.
Parabéns pelo texto.
Angel

Carolina disse...

Tou de pleno acordo.
Espero que a maioria se dê conta disso antes que o povo desse país vire gado de vez.
Essas bolsas-voto-de-cabresto são a maior praga "nunca antes vista nesse país". Está sendo criada uma boiada consumista. Realmente aprende-se rápido a consumir, mas a produção está estagnada, a mão de obra cada dia menos qualificada. Educação é palavra que não tem valor nos dias que vivemos.Foi deturpada em seu significado, é essa enganação que está presente nas escolas. Mas acho que as coisas vão melhorar. A geração de vocês é mais consciente, mais ética, boto a maior fé nela.
Mas ainda dá pra arrepiar com o nosso hino.
Bjs.

Sisa disse...

Oi Aline,
Parece que fui eu que escrevi isso. Vejo muitas mudanças, vejo muita coisa igual. Vejo esta política assistencialista que me entristece (agora vai até 17 anos!), acredito nas coisas que você apontou como caminho de melhora. Arrepio com o hino, arrepio mais com os crimes, mas sinceramente tenho medo que tanta coisa absurda que acontece neste país acabe me anestesiando.
Beijos!

vanandram disse...

Ei, Aline!
Seu texto é bem legal! Acho que temos é que limpar bem os nossos ouvidos e passar a dar atenção aos gritos dos excluídos e também aprender a gritar pelos nossos direitos e lutar contra tanta violência e impunidade!
Um abraço,
Vanessa.

Paula disse...

Oi Aline!
Na 6a. feira, quando levei meu sobrinho para ver o desfile cívico, pensei exatamente nisso que você escreveu...
Cheguei à conclusão de que aquelas pessoas estavam ali (a maioria, claro), sem nem saber o porquê e que pouco depois esqueceriam até o motivo de tal feriado e que na verdade, não há muito o quê comemorar.
Muito bom! Parabéns!

Milena disse...

Hoje ouvi uma coisa que me fez rir e refletir...
vocês sabiam que o ACRE foi o único estado a lutar para fazer parte do Brasil??
Eles sim devem ter comemorado em grande estilo... rs

Laeticia disse...

Justo hoje que o Renan Calheiros acabou de ser absolvido no processo de cassação eu resolvi comentar no blog! Vou dizer pra vcs uma coisa, a situação tá complicada. Eu vejo sempre uma luz no fim do túnel, mas em dias como hoje eu me sinto uma otária...

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