domingo, 7 de outubro de 2007

Medo?!

E esse tal de medo, hein?

Nunca tive esse acompanhante na viagem que é minha vida. Sim, eu sei que essa comparação é clichê, mas com tantas chegadas e partidas, encontros e despedidas que tenho vivido, não vejo melhor analogia.

Voltando ao medo, sempre achei que não me acompanhava. Não tinha consciência dele e ele nunca me paralisou. Mãe na adolescência, topei desafios pessoais e profissionais que certamente contribuíram diretamente para que me tornasse quem hoje sou (ou quem “estou”, metaforicamente falando). Mas o lance é que ultimamente venho percebendo a presença de uma âncora, que me segura, me prende onde estou. Não estou acostumada com isso e levei um tempo para identificar o que era (sim, vocês já adivinharam, até pelo título do texto): medo... freqüentemente expresso por “e se...”

Sei que o medo é um mal necessário para a existência e manutenção da vida. Administrado conscientemente, é benéfico. Se o medo é uma âncora, a esperança, a curiosidade e a coragem são bóias. Assim, vou continuar nadando, pois não sinto o pior dos medos: o medo do próprio medo.


Renata: Como meu nome anuncia, renasço sempre a cada tropeço ou rasteira levada. Mãe, filha, noiva, bióloga, professora, eternamente em dieta, estreante em blogs. Estou, no meio de tantas facetas, em busca de mim mesma.



4 comentários:

Paula disse...

Adorei seu texto, Renata!
O medo faz parte da vida, como todos os outros sentimentos; mas qualquer um deles, em excesso, prejudica. O equilíbrio é a chave para poder olhar para trás, na "estrada da vida", e não se arrepender de nada!
Beijos.

Sisa disse...

Oi Renata... Eu tenho muitos medos, e se me perguntarem, eu falo que cedo a todos. Mas se for passar em revista minha vida, passei por cima de todos. Algum timidamente, comendo pelas beiradas. Outros, igual um trator. O único que não superei até hoje foi o medo de barata, rs...

Tania disse...

Renata,
Seu texto descreve o que a maioria de nós sente mesmo! Eu tenho muitos medos. Uns eu enfrento, e venço, outros vou convivendo até ter coragem de enfrentá-los, mas o importante mesmo é conhecê-los e saber administrá-los para que os mesmo não nos paralisem.
Beijos.

Rafael disse...

vanessa vim aqui não te dizer sobreos textos mais sim sobre o meu querido e amodo livro cade liguei para walmir hoje ele me disse q vc não tinha deixado nada com ele e o pior e q eu ja disse para o meu psicologo q eu iria levar para ele ver nesta segunda sei q c esta apertada com um tanto de coisa mais se vc puder fazer isso o mais rapido possivel para mim eu te agradeço amanha eu irei te ligar amanha para combinar com vc para ver se ha possibilidade de vc me entregar esta semana ai vc fica livre de mim de uma vez por outras ta ok aaa antes q eu esqueça julia do primeiro ano falou q esta com saudades de vc e q te adora passei seu tel para ela não tem problema não ne me responde quando eu te ligar amanha ok abraços e beijos do seu sempre amigo rafael alvisi eu tbm estou com saudade e tbm te adoro aaaaaaaaaa outra coisa fiquei conhecendo a sua sogra super gente boa adorei ela ta bom beijos

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